Lu Bauer é coreógrafa, dançarina e professora. É também coreógrafa e dançarina da cantora Negra li. Professora de Ragga Jam e estudiosa de todos os estilos das danças ligadas à cultura Hip Hop. Sempre querendo aprender mais, a B-Girl Lu Bauer também é MC!! Juntamente com sua parceira Drika
Aninha Hellen e Giza. A 1ª formação foi em 2000, chamando a atenção pelo seu engajamento contra Violência Doméstica e discriminação das mulheres de classes mais humildes.
Ganharam o Premio Hutúz de 2005 com a musica "Rosas" na categoria de melhor demo feminino. Cantaram como convidadas em Março de 2008 no Senado Federal em comemoração do dia da Mulher, sendo o primeiro grupo de Rap Nacional a se apresentar no Senado transmitido ao vivo para todo Brasil.
Desde que começou a cantar em corais vem acumulando experiência principalmente no rap em apresentações com Edição Especial com Thaíde e SP Funk entre outros nomes. O cd de estréia leva seu nome artístico, assim como assina oito das treze faixas do disco. Quelynah (Sonorabiz) conta com participações especiais de Thaíde, Vanessa Jackson, Simone Soul, Pregador Lou, Riztocrat e Suppa Fla. A produção ficou por conta de Joeblack, de Porto Alegre..
De B.girl e ativista passou também a mostrar suas rimas no palco. Hoje, aos 26 anos, está em processo de gravação de seu primeiro disco solo. A rapper segue por influências do blues, funk e r&b. Porém seu diferencial está em suas rimas, melodias e as influências de "brasilidade". Fênix conta com produções de KlJay (Racionais Mc´s) e Johnny MC. Há também as participações de Douglas (Realidade Cruel), Johnny MC, Jackson, entre outros.
É só questão de tempo, se Deus quiser... Enquanto isso, muito axé...
Participações: Fator; Bandolleiro de Itapevi; familia 4Vidas;T.e.T.o; De favela de Osasco e mais alguns projetos.
Atualmente é integrante vocalista do grupo Ca.Ge.Be.(cadagêniodobeco)
"Somos 3 Guerreira Mulheres e não meninas, independente da idade temos consciência e mandamos a rima...Respeito prevalece e a atitude é que conta, representamos o RAP feminino de ponta a ponta. Vivemos em uma sociedade hipócrita... Mas se for pra lutar pelo Hip Hop estamos dispostas. Na cena não queremos arrumar treta. Mas o RAP feminino o IDF representa! A rima é simplesmente o revide, a nossa capacidade é alta então não duvide do potencial das minas, pois somos simplesmente o IDEOLOGIA FEMININA."
O IDEOLOGIA FEMINA é de Contagem (Minas Gerais), formado por Zaika dos Santos, Maria Alice e Aline Cecília. Sob várias influências musicais como o samba, rock, funk soul, bossa nova, MPB o Ideologia Feminina vem pelo Selo Xeque Mate Produções.
Rose MC iniciou sua carreira dançando break em 1985. Primeiro na TOCO, onde era conhecida como a mina do break. Depois passou a dançar na Rua 24 de maio com o Nelsão e Funk & Cia. Em 1992 fez um protesto cantando rap na Faculdade de Belas Artes de São Paulo, onde se formou como professora de Artes. Gravou em 1992 “Exemplo de mulher” e “Paixão bandida” – coletânea ELAS POR ELAS - gravadora Kaskatas – produção Mad Zoo. Participou da música “A entrevista” do LP BRAVA GENTE de Thaíde & DJ Hum. Em 2000 criou o projeto MINA (Mulher Inteligente Nasce com Atitude). Lançaram um single com o nome do projeto que teve as participações de Paula Lima e Tio Fresh - produção de DJ Paul (RPW). Em 2000 também participou da música “Biografia Feminina” do CD SOMOS NÓS A JUSTIÇA do grupo SNJ – gravadora Atração - produção Zé Gonzales e Daniel Ganja Man. Gravou a música “Mulheres de Atitude”, com o produtor Grand Master Duda e DJ Luciano (O complô) para uma coletânea. Em 2006 fez um CD demo de 04 faixas com o produtor Dehco Wanlu e participou de um intercâmbio cultural em La Courneuve, Paris – França, onde divulgou seu trabalho musical e participou de produções com grupos locais de hip hop e ragga.
Iniciou sua carreira em 2002 no grupo "Negras Revolucionárias e Conscientes" e já mostrava uma levada que a diferenciava, com seus sons que falavam de duras realidades, mas com irreverência. Depois, formou junto com a rapper Miss Black o "Estilo Feminil", com a proposta de usar outros elementos da cultura brasileira junto ao rap, trabalho que gerou bons frutos, projetando o nome de Negra Rô para o cenário Hip Hop do Brasil. Agora em carreira solo, Negra Rô pretende trabalhar estilos e culturas diferentes ao Hip Hop para continuar sendo autêntica! Outro diferencial dessa artista versátil é seu trabalho político-social, ministrando palestras e oficinas, além de participar de Conferências e Seminários, onde o foco é a questão racial e de gênero. Desenvolve projetos voltados para a questão racial, cultural e de gênero em escolas, empresas e comunidades por acreditar que o/a rapper deve não só subir ao palco e cantar, mas também pôr em prática o que demonstra nas letras. Isso sim é Hip Hop!
Sara da Silva Oliveira tem 18 anos e desde os 14 anos "corre" pelo Rap Nacional, ela é da cidade de São Carlos, interior de São Paulo. Começou cantando em um grupo com 4 mulheres que desistiram de cantar por vários motivos e hoje é integrante junto com seu irmão do Grupo Verso Consciente, onde é a única mulher. Estão na caminhada com algumas faixas gravadas. Sara ressalta que NÃO é back vocal! No grupo ela escreve e canta suas participações nas músicas do grupo.